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contato
Rua Aroldo Velosos, 150 São Paulo/SP
telefax.:(011) 3071-0453
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NÚCLEO DE ARTE CONTEMPORÂNEA
UMA ESCOLA DE ARTISTA PARA FORMAR ARTISTAS
com Antonio Peticov
Grupos de 20 pessoas em períodos de até quatro horas
uma ou mais vezes por semana de quarta à sexta-feira. Das 14h00 às 18h00.
A criação de um núcleo de arte contemporânea em S.Paulo visa, antes de mais nada, ocupar uma lacuna institucional no sentido do ensino de
arte independente. A criação desse núcleo busca responder a necessidade de aproximar artistas representativos da arte brasileira atual em torno de um
projeto comum, cujo propósito é o de produzir e transmitir experiências de trabalho e ainda criar condições para uma
articulação com setores afins no meio de arte, visando aprofundar o debate temático. O núcleo visa atender a demanda de artistas iniciantes
estudantes de arte e pessoas interessadas em questões da arte contemporânea, tendo como foco um suporte aberto e sensível à todas as
formas de linguagem a partir do qual o aluno possa desenvolver seus póprios projetos de modo consequente.
Os artistas participantes atuarão como orientadores de grupos de alunos
Os contatos diretos com impotantes artistas do país, o acesso à informação histórica, a sistematização de práticas de trabalho, são condições
decisivas à formação do artista, sobretudo quando essas condições se dão em um espaõ informal, com trocas pessoais
experiência e suporte técnico dirigido ao imaginário do artista/aluno como trocas pessoais de experiência e suporte
técnico dirigido ao imaginário do artista/aluno como condição de construção de uma linguagem expressiva própria. O contato
inter-pessoal é a mais antiga e eficaz forma não institucional de transmissão de saber e esse fato é particularmente verdadeiro para a arte.
O saber da arte, diferentemente da ciência, só pode ser elaborado com síntese pessoal, desse modo a interlocução torna-se ponto de convergência de uma indagação de natureza
subjetiva. Essas considerações nos levam à questão de como se dá a transmissão de um saber artístico na relação artista & artista/aluno. A resposta
aponta para a obra do artista, mas nesse caso, trata-se somente de uma espécie de fragmentos concluídos. A indagação
resiste à obra e segue sendo o eixo do diálogo, na medida em que é o artista estará na condição de arte/analista
de sue interlocutor.
Os graus de mútua contaminação não têm conotação negativa, sendo mesmo desejáveis. A escuta/olhar do artista é um instrumento de observação,
assim como o telescópio Hubble serve para observar o universo.
A Indicação é a de uma estrutura aberta, que permita a troca e acompanhamento de processos de trabalho por artistas que
estarão discutindo seus próprios processos e seus modos de intervenção e produzindo densidade crítica para dar suporte e consequência
aos projetos de artistas/alunos.
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